Terceiro Soneto de Les Stupra


Franzida e obscura como um ilhós Violeta,
Ela respira, humilde, entre a relva
Rociada Ainda do amor que desce a branda
Rampa das Brancas nádegas até o coração da Greta. 

Filamentos iguais a lágrimas de leite
Choraram sob o vento atroz que os Arrecada
E os impele através de marnas Arruivadas
Até perderem-se na fenda dos Deleites.

Autor: Arthur Rimbaud (1854-1891)
Editado por: nicoladavid


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