Ode ao último sono

 

Grato é os olhos fechar com o dia que se fecha,

E dormir sem reproche ou queixa,

Grato é buscar na sombra o grande olvido, grato

Filho do Averno

Ou do Céu, é sentir teu gélido contacto...

Bem hajas, Sono Eterno!


Autor: António Mariano Alberto de Oliveira (1857 – 1937)
Editado por: nicoladavid

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