"O Rio"


O nascente que encontrei,
E o rio em que eu nadei,
Era o mesmo rio,
Mas ainda, verifiquei,
Que o rio em que eu nadei,
Não havia nenhum navio,
Mas,
Havia gente.
Muita gente,
Contente.
A nadar,
Nesse rio sem navio,
Só gente.
Havia também árvores,
Árvores de fruto,
Nas margens do rio,
Todos apanhavam
E comiam,
Os frutos,
Eu admirado, notava,
Que o fruto não faltava.
Saciava toda a gente.
Como eu estava contente,
De ter encontrado o nascente,
Levanto as mãos aos céus,
Porque o rio em que nadei.
É o rio que vem de Deus,
É o rio que eu achei.

Autor: António Jesus Batalha
Editado por: nicoladavid


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