"O Candeeiro"


Acendo o candeeiro do tecto,
Quando está a escurecer,
Há momentos de afecto,
Antes de adormecer.

Ao olhar pela janela,
Há uma paisagem sem fim,
Vejo o Tejo, E vejo nela,
O quanto gosta de mim.

Elevo os olhos ao céu,
Dando graças ao meu Deus,
Por Sua grande compaixão.

Apago o candeeiro do tecto,
Há momentos de afecto,
Há amor e gratidão.

Autor: António Jesus Batalha
Editado por: nicoladavid



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