"Esquecimento"


Muitos estão de pé, mas esquecidos,
O tempo os encontra sós encostados,
Ali chorando triste aniquilados,
Vertendo as lágrimas dos vencidos.

Por serem no pára mo enfadonho,
Vivendo à luz de sonhos enganosos,
Depois como aspectos lastimosos,
Correu como um rio, o seu sonho.

A luz de seus olhos é baça lutuosa,
Com amargo coração, sem luz do dia,
Faltando a Tocha gloriosa que alumia,
Querendo viver em cripta monstruosa.

Se voltares à luz gloriosa e triunfante,
A verdade que trás num só dia,
A cura, a liberdade e grande alegria,
Serás vaso de bênção gratificante.

Autor: António Jesus Batalha
Editado por: nicoladavid



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